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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
Que desilusão!!

Quando penso que não consegues descer mais baixo, tu revelas-te mais uma vez e ultrapassas todos os limites da frieza, da inumanidade, da insensibilidade, da maldade... Como é que é possível tu seres assim? Como? Quem pensas afinal que és? O rei? O dono da razão, da verdade, da perfeição? Quem és tu? Como podes ser tão falso, tão hipócrita, tão cínico, tão... tão... como??? Que raiva... Que gozo te dá espezinhares aqueles a quem tu chamas fracos? Eles são iguais a ti. Iguais. São seres humanos com sentimentos, sentem ao contrário de ti, que ages e pisas tudo e todos aqueles que bem entendes... Desiludiste-me tanto, tanto, mas tanto...  

 

( Desculpem o desabafo, mas isto deixou-me irritada hoje...)


sinto-me: irritada

publicado por sp às 20:23
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
Porque viver é bom

Sinto-me estranhamente confusa. Por um lado quero sorrir, estar aparentemente Feliz, estar bem com a vida e com os outros, respirar e expirar Paz, Amor, e Alegria. Por outro lado, e paralelamente a esta capa que tento construir todos os dias, o meu interior parece desmoronar-se lentamente, caindo silenciosamente a barreira entre o que sinto e que devia sentir. Tudo se mistura, e neste turbilhão de sentimentos, as certezas voam, voam e voam, e eu acabo por perde-las de vista. Se há uns dias atrás tudo parecia sorrir-me, hoje, e apesar do brilhante Sol que esta manha me acordou, tudo parece tristonho, e com uma lagrimazinha inconsolável ao canto do olho. Pergunto porque me sinto assim, e depois de várias soluções que rapidamente se apresentam na minha cabeça, uma resposta única é capaz de me responder: não existem motivos concretos para que assim esteja. Aliás, talvez tudo isto que sinto, seja o acumular de diversas situações que se vão sucedendo. Mas, o que são essas meras situações comparadas aos verdadeiros problemas que, por vezes, à minha volta se desenrolam? Terei eu motivos para deixar de sorrir? Não, claro que não. Porque hoje o dia está a sorrir para mim, e eu, não tenho razões suficientemente fortes para não sorrir para ele. Por isso, deixo que os raios de sol penetrarem o meu coração, e rasgo um sorriso e solto uma gargalhada. Porque viver é bom, porque viver faz-me bem.


sinto-me: a sorrir
música: Listen to your heart

publicado por sp às 15:10
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009
Bebo da vida as lágrimas que me oferecem

 

Bebo da vida as lágrimas que me oferecem,
Chorando os sorrisos que me roubam friamente.
Colho as sementes das palavras que se tecem,
Na doce manhã que chega tardiamente.
 
Dispo os meus dias das vestes do sofrimento,
Vestindo-os com seda, cor de mar e céu.
Rasgo-lhe pedaços seguindo o pensamento
Cubro por fim sua face com a nitidez de um véu.
 
Porque nada sei, mas de tudo tenho medo.
Porque corro e fujo no sentido contrário.
Porque embora esconda, já não é segredo,
Amo amando o amor, no imaginário.
 
Porque sonhar alegra a minha triste alma.
Porque amar seduz a vida de quem sonha.
Porque no fim da noite, perde-se toda a calma.
E eu, ainda amo amando sem escolha. 

sinto-me: amando sem escolha

publicado por sp às 21:42
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009
O vento ternamente sopra lá fora

 

O vento ternamente sopra lá fora,
A chuva espreita, por janelas escondidas,
Mas não cai, pois ainda não chegou a hora
De se oferecer em gotas, um dia prometidas.
 
E como dói este esperar aqui na solidão,
Por essa água que me saciará a sede.
Já nada corre nos vales do coração,
Que mais que a água, é amor que pede.
 
E de repente, dos meus olho ela caiu,
Uma pequena e transparente semente fria,
Que no chão da minha triste alma se fundiu,
Dando vida á fonte da secura, que ali crescia.
 
Aconchego-me então á vida que me foi dada,
Abraço o presente e esqueço o passado.
No futuro o que existe? Simplesmente nada,
Porque a chuva não regou o que foi semeado.

sinto-me: como a chuva que lava
música: Listen to your heart

publicado por sp às 22:24
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009
A vida, um caminho a percorrer

A vida, um caminho a percorrer,
O sonho, um objectivo a alcançar,
O amor, algo impossível de descrever,
A alma, a certeza de um começar…
 
O mundo, monumental beleza inesquecível,
 A montanha, um turbilhão de duvidas a ultrapassar,
A saudade, um sentimento indefinível,
O ódio, o obstáculo invisível para amar.
 
A paz, a absoluta tranquilidade,
O mar, o esconderijo dos meus segredos,
O silencio, fonte segura para a verdade,
A guerra, a origem de todos os medos.
 
O sol, o amanhecer, um olhar teu…
A lua, magia da noite escura,
A estrela, misterioso ser que é meu,
O céu, o principio da tua procura.
 

sinto-me: a divagar
música: take you down

publicado por sp às 22:48
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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009
Admiradora secreta?

"14 de Fevereiro de 2008

Gosto de ti. Desculpa. Mas gosto mesmo de ti…

Foi num dia bonito, em que o sol, pintado no azul claro do céu, sorria infatigavelmente e contagiava todos os seres humanos com os seus raios de alegria, que te vi pela primeira vez com o coração. Nunca antes te olhara assim, tão genuinamente…Nesse momento, contemplei o teu sorriso, como outrora, em criança, admirava as estrelas cintilantes que iluminavam o céu escuro, e me faziam rir e deambular por sonhos perdidos… Ao olhar os teus olhos, lembrei-me do incomensurável mar desconhecido desejando descobrir as rotas do teu olhar… O meu coração sentia-se diferente, estava feliz, riu, cantou e pululou de alegria… há muito tempo que não o via assim… Esse dia passou, e outros dias se seguiram uns após os outros. Às vezes via-te, e quando isso acontecia, o meu dia tornava-se maravilhosamente espectacular. Quando não te via, ocupava as intermináveis horas do meu dia a pensar em ti, a imaginar utópicas historias de amor, onde eu e tu éramos as personagens principais, a desejar efusivamente o dia seguinte para te poder vislumbrar…Tu. Tu. E só tu. Eras somente tu quem eu queria ver, ninguém mais me interessava. Porque tu transportavas contigo um mundo diferente… um mundo colorido, um mundo encantado, um mundo especial, para mim. Eu sorria, o meu coração sorria, o meu mundo sorria quando tu me olhavas… Quando a tua ausência, nos caminhos da minha vida, se prolonga por muito tempo, eu olho o mundo e tudo o que me rodeia e vejo-te a ti… olho as estrelas, olho o mar, olho a beleza das borboletas e das flores… e lá estás tu… assim sinto que não estou só e que tu me fazes companhia, tal como o céu, que embora esteja demasiado distante de nós, permanece sempre ali, está sempre presente. Assim como tu estás, em todas as coisas belas e maravilhosas para onde eu olho vejo o teu rosto… o teu rosto e ao lado do teu rosto desenho o meu…Não adianta negar perante mim própria aquilo que o meu coração sente, desde o dia que te viu pela primeira vez… É um facto, o meu coração está perdidamente apaixonado…  Não tenho coragem para te dizer olhos nos olhos o que sinto por ti, por isso escrevi esta carta e nela deixei fluir todos os meus sentimentos...Não sei se vais saber quem sou, ou se vais sentir o que eu sinto, mas quero que saibas que alguém no mundo te acha especial..."
Mariana hoje sorria ao ler a carta que mandara a Pedro no dia de S. Valentim, sentada no seu colo, recordara o momento em que a escrevera, como se sentia e como a colou estrategicamente junto de anúncios plublicitários na casa do Pedro naquele dia em que iam fazer um trabalho de grupo.
- Não sei como descobriste que tinha sido eu a escrever a carta.- disse Mariana com um sorriso nos lábios.
- Sabes, é que eu sou um bom observador.- disse Pedro.
 
( Texto fícticio para a Fabrica de Histórias)
 
 

sinto-me: assim...

publicado por sp às 23:52
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Esquece coração...

 

De que serve amar-te tanto?
“ se a dor é maior que o próprio amor?”
Porque olhas para tanto encanto?
Ó maldito coração sofredor.
 
Porque choras tu a cada segundo?
Porque lamentas não ser amado?
És tão ingénuo, não conheces o mundo,
Vives todo o tempo sempre enganado.
 
Limpa as lágrimas que te correm na face,
De nada te serve estares infeliz.
Nunca dependas de quem na tua vida passe,
Rasga um sorriso e assoa o nariz.
 
Esquece quem te marcou deixando uma ferida,
Recorda sempre aquele que a curou,
Vive, ama e luta pela tua vida…
E lembra-te que ele também já amou.

 


sinto-me: a recuperar aos poucos
música: Listen to your heart

publicado por sp às 00:40
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009
Sorrir para a vida...

Nem sempre a vida nos sorri, é verdade. Quantas e quantas vezes, ela acorda tristonha e assim permanece? Quantas e quantas vezes, nos aborrecemos por ver que a vida não anda, nem desanda, e não muda aquela cara triste que insiste em manter? Quantas e quantas vezes não dizemos “ Raios partam a minha vida”, e damos um pontapé zangado no primeiro objecto que nos aparece? E quando paralelamente à vida que acorda tristonha, também nós acordamos com um humor daqueles, em que refilamos com tudo e todos, não sorrimos para ninguém, pomo-nos carrancudos e com cara de que toda a gente nos deve e ninguém nos paga. Fechamos as portas do nosso mundo, e enclausuramo-nos envoltos numa infelicidade muitas vezes inexplicável e sem qualquer fundamento para existir. Já não é só a vida que está cinzenta, também nós estamos cinzentos. E cinzento com cinzento dá um cinzento mais escuro. Não pode ser! Porque se paralelamente à vida que acorda tristonha, se nós acordarmos felizes e sorridentes, cheios de força e energia para lutar contra este mundo e o outro, e se enfrentarmos os problemas com optimismo, a vida vai ficar cheia de inveja por nós estarmos coloridos, e muda logo de cara. Põe o maior sorriso que tem, veste-se de tons amarelos, vermelhos, verdes alfaces, brancos, laranjas… E ri, sorri toda contente…

 

“Se a vida não sorrir para ti, sorri tu para ela.”

sinto-me: contente

publicado por sp às 17:13
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Domingo, 11 de Janeiro de 2009
Estrela Guia da Felicidade

 

Procurei a Felicidade longe de mim, e acabei por me perder nos milhares de caminhos que pensei serem aqueles que me conduziriam até ela. Fiquei completamente só, e senti uma dor tão profunda que nunca antes tinha sentido.

Sempre fui uma menina rebelde, de espírito aventureiro, nada me metia medo, nada. Queria ser feliz e livre como um pássaro. Mas os meus pais não me deixavam. Eram discussões atrás de discussões. Não podiam ir para aqui ou para ali, sem que antes lhe tivesse de dar uma justificação. Estava farta. Por isso, quando fiz 18 anos sai de casa, mudei de cidade, arranjei um trabalho como empregada de bar, e fiquei a dormitar na casa da Gerente desse estabelecimento. Pensei que iria finalmente ser feliz. Os primeiros tempos foram sem dúvida fantásticos, senti-me livre, completamente livre, sem alguém para me controlar. Estava no mundo que sempre tinha sonhado. Fiz alguns amigos, que afinal, nunca mereceram esse nome. Porque depois destes tempos realmente maravilhosos, vieram os problemas, os verdadeiros problemas. Fui despedida, e isso custou-me não só o emprego, como a casa para viver. Pedi ajuda aos meus “novos” supostos amigos mas eles fecharam-me a porta. Senti-me perdida, pela primeira vez, nada fazia sentido. Estava numa cidade desconhecida, no meio de pessoas desconhecidas, podia gritar, mas ninguém iria ouvir a minha voz. Por isso optei por calar o silêncio dentro de mim. Fiquei a viver na rua. As noites eram frias, demasiado frias, mas a dor que eu sentia conseguia ser superior ao frio que me congelava. Numa dessas noites, na última noite, o mundo parecia estar a acabar para mim. Olhei o céu estrelado. Dos meus olhos rolavam dolorosas lágrimas que eu não consegui evitar, tinha perdido a esperança… Recordei-me então de pequenos episódios que antes me irritavam, mas dos quais eu agora sentia saudade. Sentia saudades do meu irmão mais novo a remexer nas minhas coisas, saudades da minha mão a dizer-me: Não chegues tarde, e do Não austero do meu pai. Tinha saudades e percebi que apesar de tudo era com aqueles momentos que eu chorava, mas também sorria. E agora, apenas as lágrimas me faziam companhia, nada mais eu tinha. Não tinha o sorriso de ingénua felicidade do meu irmão, o ombro da minha mão, nem a mão do meu pai para me levantar. Estava só, completamente só… Mas de repente uma Estrela brilhante veio fazer-me companhia.
- Não chores. Levanta-te e segue-me. – disse-me.
Não consegui dizer-lhe uma única palavra, sentia-me sem forças para tal.
- Levanta-te, limpa essas lágrimas e segue-me. Vou levar-te até a Felicidade que tanto procuras. – disse-me novamente aquele ser Brilhante com a sua voz doce.
Não sei onde fui buscar tanta força, mas sei que ergui a cabeça, limpei os pedaços de lágrimas da minha face, levantei-me e fixei os meus olhos naquela Estrela.
Ela começou a caminhar lentamente pelos céus, e eu na Terra segui os seus passos. Depois de várias horas a caminhar a Estrela parou. Baixei a cabeça, olhei à minha volta e percebi que aquele lugar não me era estranho. Virei-me e vi a minha casa. As luzes da sala estavam acesas. Olhei a Estrela brilhante e disse-lhe:
- Porque paraste? Podes continuar, eles não me vão perdoar, e não é aqui que mora a minha Felicidade.
- Não digas parvoíces. A tua Felicidade, a verdadeira Felicidade está ali, sempre esteve, junto das pessoas que te amam e que tu amas. Procuras-te longe de ti, aquilo que sempre tiveste mas que nunca deste valor. A tua Felicidade está na tua Família, deixaste-os e por isso deixas-te de ser feliz. Eles vão perdoar-te sim, porque te amam muito, e por isso, vão perceber que erras-te mas vão abrir-te as portas e abraçar-te. – A estrela retorquiu.
- Mas e os meus sonhos? Eles não estão todos aqui. – disse-lhe eu.
- Os de agora estão. E quando finalmente descobrires que estás preparada para voar, os caminhos dos teus sonhos surgirão, e eu cá estarei para te guiar. – explicou-me ela.
- E como é que eu sei que vou ser feliz longe da minha família se eles são a minha Felicidade? – perguntei-lhe.
- Porque quando trilhares os caminhos dos teus sonhos, não abandonarás os teus pais nem o teu irmão, eles irão contigo no teu coração. E assim, tu saberás construir a tua própria Felicidade num outro lugar qualquer, porque sabes que onde quer que vás eles também estarão contigo. Agora vai. Corre para casa e abraça aqueles que amas. E sê Feliz.
Corri para a porta de minha casa, olhei mais uma vez para o céu e recebi a força daquela Estrela Guia da Felicidade, ela desapareceu quando eu entrei. Fui abraçada por todos, e agora estou feliz. Sinto que já estou preparada para trilhar os caminhos que me levarão aos meus sonhos. Por isso:
- Quando quiseres aparece, porque estou preparada para seguir os teus passos.
 
(Texto ficticio para a Fábrica de Histórias)

sinto-me: Feliz

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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
Vou ser Feliz...

 

Limpei as lágrimas que corriam pela face do meu coração, ergui a cabeça, coloquei um sorriso de orelha a orelha, olhei para o azul celeste e disse:- Vou ser Feliz!!!
Porque quero, porque me apetece, porque sei que posso, porque já chega de lágrimas derramadas, porque o Amor um dia vai sorrir para mim... quando chegar o momento certo, esse ser que não sei quem é,  não sei se é alguém que conheço, ou um alguém que poderei vir a conhecer, revelar-se-á... surgirá tal como a neve que, de repente hoje surgiu, amenizando o frio que se fazia sentir, com a alegria que trouxe tão naturalmente...
Porque sei que estou rodeada de pessoas que gostam de mim, os meus amigos, a minha família, e também os meus amigos do mundo da blogosfera, são neste momento da minha vida os pilares que suportam a construção dos meus sonhos...
Eu acredito que vou ser feliz…

sinto-me:
música: One last cry

publicado por sp às 22:33
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