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Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008
Um Bom Ano Novo para todos!!!

 

 

    É só mesmo para desejar um Feliz Ano de 2009 para todos... cheio de amor, de paz, de luz e de saúde... que seja o realizar de todos os sonho..

 


sinto-me: é passagem de ano
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publicado por sp às 22:18
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Sábado, 27 de Dezembro de 2008
Lá fora a neve cai....

Hoje o dia acordou alegremente tristonho. O céu está cinzento, e a neve que dele cai transforma a paisagem verdejante, num enorme manto branco, e tudo parece envolver-se num momento único de Paz…

A nostalgia vem abraçar-me, uma lágrima molha a face rosada do meu coração, e outra corre lentamente pelo meu rosto… A beleza de tudo o que contemplo faz-me chorar e pensar em ti, e pensar em nada…

As crianças brincam na neve, sorriem, correm, saltam, tropeçam, caiem, choram, levantam-se, limpam as lágrimas e… voltam a sorrir…

Pudesse também eu limpar estas lágrimas que friamente me magoam, e deixam triste… Pudesse também eu ser criança novamente, ter a esperança viva no olhar, e lutar…

Mas eu já fui criança hoje… já corri, pulei, sonhei… Tudo aconteceu tão depressa, porque num momento olhei para trás e na minha memória algo fez despertar em mim um triste sentir…

Fecho os olhos, sinto o ar frio e cortante na minha cara, a neve toca-me levemente, pego nas minhas lágrimas e delicadamente transformo-as em flocos de neve, que caiem tão devagarinho e cobrem o meu coração numa ternura carinhosa… Deixo-me assim estar… Já não dói… Já nada sinto… fico apenas aqui, inerte na brancura da neve que me acaricia… Sonhando e acreditando sempre…


sinto-me: com esperança

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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008
Dos sonhos nascem os momentos...

 

Dos sonhos nascem os momentos,
Que se constroem a passos lentos…
Lentos como o tempo que brevemente vai passando…
E passando, vai levando consigo mágoas, tristezas e lágrimas…
E vai trazendo alegrias, sorrisos e felicidade.
Mas, quando vem esse momento
Que espero há tanto, tanto tempo?
Meu coração entristece
Sempre que um novo dia amanhece
E tu estás aqui…
Oh! Ele não te esquece.
E a dor de não te ter, essa permanece…
E o tempo não voa, nem quer saber de mim…
Dói tanto, tanto estar assim,
Sem sorrir, sem sonhar, sem ser, sem amar…
Amar… ontem, hoje, amanha e sempre
O teu olhar, o teu sentir, o teu rosto, eternamente…
O sonho não é mais um sonho
E a realidade é tão cruel…
Sou só eu aqui, contemplando o luar, que oh!
Já não sorri, já não se alegra… apenas é por ser o que é…
Tal como eu apenas sou o que um sonho levou de ti que nunca foste meu…
Oh céu! ...

sinto-me:
música: I gota find you

publicado por sp às 21:36
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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008
Feliz Natal!!!

 

                                    

 

 

 

 

Desejo a todos um Feliz Natal recheado de Amor, Paz e Luz.


sinto-me: ...é Natal..
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008
Se eu pudesse...

 

(imagem retirada da net)
Se eu pudesse recuar o tempo e pará-lo naquele momento da eterna infância. Se eu pudesse segredar-lhe todos os meus segredos que tenho guardados, e que nunca tive coragem para os revelar. Se eu pudesse voar e esquecer que este mundo não é meu, pois tu não fazes parte dele.  Se eu pudesse dizer-te que tudo o que eu sinto é tão real e utópico ao mesmo tempo. Se eu pudesse deixar de lado estas lágrimas que me envolvem e transformá-las em eternos e carinhosos sorrisos. Se eu pudesse correr para os teus braços e abraçar-te, sentir o calor do teu corpo, o pulsar do teu coração tristonho junto ao meu, e segurar essa lágrima solitária que guardas sem querer. Se eu pudesse sonhar ao teu lado, com um mundo nosso, onde nós os dois caminhávamos lado a lado, de mãos dadas, simbolizando um amor verdadeiro, único e maravilhoso. Se eu pudesse pedir aos ventos que te trouxessem até mim, ou que me levassem estas tuas palavras silenciosas que tanto me magoam… se eu pudesse deixar de te olhar… se eu pudesse…
 
 

sinto-me: incapaz

publicado por sp às 00:16
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Domingo, 14 de Dezembro de 2008
Tradição de Natal

 

Em pequena, muito pequena, não entendia porque é que todos os anos, por esta altura, em que as casas se iluminavam com lampadazinhas de várias cores que piscavam, em que se fazia a árvore de Natal, e o Presépio num cantinho bem visível na grande sala, em que cheirava a filhoses e a rabanadas, a minha casa se enchia de crianças desconhecidas. Não percebia, porque tinha eu de dividir o meu espaço, os meus brinquedos, os meus pais e os meus avós, com aqueles meninos de olhar extraviado mas esperançoso que corriam e saltavam no jardim. Não percebia, e também não queria perceber. Sempre que os meus pais se sentavam á minha frente para me explicar o porquê, eu, mimada como era, fingia nada estar a ouvir, enfiava-me no refúgio grandioso do meu quarto e recusava-me a brincar com aqueles seres semelhantes a mim, que me chamavam na sua mais pura inocência. Recusei-me a sair do meu quarto, mesmo na noite de consoada. A casa estava mais cheia do que nunca, para além dos vinte e tal meninos que tinham vindo do orfanato, os meus tios e primos também tinham vindo cear. A minha mãe estava bastante chateada comigo, percebi isso através da voz dela e do seu olhar que tinha perdido o brilho enternecedor que o caracteriza, mesmo assim, fiquei indiferente e deixe-me permanecer na minha bolha de egoísmo. Fiquei completamente sozinha. No meu quarto, que nesse momento me pareceu grande demais para mim, conseguia ouvir as gargalhadas felizes que vinham da sala de jantar. Fui até à janela, olhei as estrelas, e senti que não brilhavam, senti que pequenas lágrimas corriam pelas suas pequeninas faces. Perguntei-lhes porque estavam tristes, e, a mais tristonha de todas respondeu: “ Por tua causa”. Aquela resposta invadiu o meu pequenino interior, e senti-me a mergulhar num mar confuso. Ela prosseguiu: “ Olhas demais para ti, e esqueces que aqueles que estão sentados á mesa com a tua família, são iguais a ti, mas tiveram a infeliz sorte de não terem nascido com uma família como a tua. Muitos deles foram abandonados pelos próprios pais, outros nunca os conheceram, alguns nem sequer sabem o significado de um gesto de carinho, como um beijo ao deitar, ou uma palavra amiga que diz gosto muito de ti. Imagina Beatriz, se acordasses e não tivesses ninguém a quem chamar mãe, se precisasses de limpar as tuas lágrimas quando a tua mãe te recusa um brinquedo e não tivesses a tua avó para te acarinhar. Sabes Beatriz, eles choram porque não tem amor e carinho, choram porque olham para o céu e apenas têm o nosso sorriso por companhia. A tua família acolhe-os e partilha com eles o grande amor que nutre por ti, nesta quadra natalícia, e tu? Porque não partilhas com eles esse coração que tem uma grande amizade guardada? Olha para o teu quarto, tantos brinquedos que não usas, partilha-os. Não fiques presa a um mundo de egoísmo, porque isso só te conduzirá a caminhos de solidão e de tristeza. Faz-nos sorrir outra vez.” E desapareceu. Dos meus olhos saiam vivas lágrimas que se atropelavam sobre a minha face. Corri para a sala de jantar e pedi desculpa a todos. Sentei-me á mesa e ceei com eles. Aqueles meninos todos deram sentido á grandiosidade daquela mesa. Os seus olhos brilhavam e emanavam felicidade. Chamei-os para o meu quarto e partilhei com eles tudo o que o compunha. Brinquei pela primeira vez com algumas das minhas bonecas, brinquei de verdade, como uma criança. A partir desse Natal, todos os outros passaram a ter mais sentido, sempre com aqueles meninos.
Hoje sorrio, ao ver que lá fora as crianças brincam com os meus netos, e enchem a casa e enfeitam-na com os mais ternos e carinhosos sorrisos, nesta quadra natalícia. Olho para o céu e aquela estrela permanece sorridente...
(texto fictício para a Fábrica de Histórias-fabricadehistorias.blogs.sapo.pt)

sinto-me: é natal...

publicado por sp às 17:26
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Sábado, 13 de Dezembro de 2008
Que confusão...

“Isto” está uma verdadeira confusão. E chamo “isto” àquilo a que muitos chamam vida. Mas estou mesmo confusa, sinto-me como uma parvinha a olhar as árvores que dançam ao sabor do vento, e a tentar perceber porque é que de facto isso acontece, como se isso fosse um fenómeno. Não sei nada, não percebo o mundo que me envolve, não percebo as atitudes dos outros, pior, não percebo as minhas próprias atitudes. Não sei se estou a agir por vontade própria, eu se estou simplesmente a ser levada pela corrente, porque não consigo remar contra a maré. E de facto, deixar-me ir é muito mais fácil que erguer os braços e lutar. Mas, e lutar para quê e contra quê? Pois, não sei…

 

sinto-me: muiiito confusa

publicado por sp às 15:46
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
O culpado é o Amor

 

                                      (imagem retirada da net)

 
Porque a dor que sinto é infindável, porque o amor que enche o meu coração não desaparece num de repente, e porque tu fazes parte de um sonho irrealizável, continuo aqui esperando um sorriso brilhante e incandescente.
Desculpa se hoje choro, sem ter motivos para o fazer, mas não consigo segurar estas tristes lágrimas que forçosamente querem libertar-se deste interior. Sabes o que é que dói mais no meio deste turbilhão inefável de sentimentos, de sensações, de sonhos, de incertezas, de ciúmes, de desilusões?? É esta ferida que tu lentamente vais abrindo no meu coração, sem quereres, sem teres intenção de o fazer. Porque trazes para o meu mundo imensas nuvens cinzentas que insistem em tapar os meus raios de sol… Porque agitas o meu mar, e envolves o meu mundo numa tristeza cruel… pintas os meus dias com cores escuras afastando de mim as cores vibrantes que o tornavam alegre… sim, fazes tudo isto, mas não tens culpa… O verdadeiro culpado é esse sentimento grandioso e demasiado misterioso e complicado a que chamamos Amor. Sim, liberto-te de todas as responsabilidades. Ele é que tornou o meu coração prisioneiro do teu, sem se informar primeiro se o teu estava livre. E não estava, hoje sei que nunca o esteve, entregaste-o há muito, mas só hoje percebi que essa entrega era verdadeira, pura e sincera. Só hoje percebi que estes sonhos que sobrevoavam o céu do meu mundo são apenas isso: sonhos, sonhos irrealizáveis. E é por isso, que as minhas lágrimas não se escondem hoje, e correm pela minha face lentamente transportando tudo isto que guardavam para si num segredo reconfortante…

sinto-me: indelevelmente triste

publicado por sp às 22:12
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
Amar-te sorrindo para sempre

Brilho na noite escura se me iluminas,

 
Mas se não estás perco-me de mim.
Sou ave livre, quando tu voas nas colinas,
Se não existes, também não existo assim.
 
Sorrio se és o meu sol presente,
Choro se as nuvens me separam de ti.
Não sou nada, estou somente
Neste triste sentir desde que te vi.
 
Mas pára. Olha para mim, estou aqui.
Aqui sim. Ao teu lado de coração aberto,
Esperando um dizer que te senti,
Querendo não ser um ser incerto.
 
Eu quero tanto, tanto ser feliz,
Amar, viver, sonhar contigo,
Acordar de manha e ver que fiz
Cumprir um sonho lindo antigo.
 
Devolve-me os meus sonhos que são teus,
Pois eles trazem presa a felicidade.
Vem abraçar-me, vem dar-me os céus,
Vem amar-me pra eternidade.
 
Não te quero amar assim tristonha,
Porque quem ama vive contente.
Por isso, esta é a minha escolha:
 
 
 
 
 
Amar-te sorrindo para sempre.

sinto-me: apaixonada sem querer

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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008
Vai ser díficil,mas vou conseguir...

Nestes últimos dias tenho andado de mãos dadas com um turbilhão de sentimentos desagradáveis. Sinto-me triste, incompreendida, tenho vontade de pertencer ao céu... tudo porque tenho sonhos, e sinto que alguém me quer impedir de os realizar. Estou no 12º ano, na área de humanidades, sempre tive boas notas, e isso era motivo de orgulho para o meu pai, quando chegava a casa e lhe dizia, tive Muito Bom a matemática.  Porém os anos foram passando, e a criança que tinha boas notas deixou de existir para o meu pai. Essa menina, cresceu e quer voar.  Continuo a ter notas, não excepcionais, mas razoavelmente boas, e como tal acho que tenho capacidades de seguir os estudos e tirar um curso superior, como sempre quis. No entanto, quando este assunto é abordado cá em casa, o meu pai vem com o discurso " há muitas vinhas para cavar". De certa forma, eu percebo o motivo que o leva a dizer isto, eu sei que a nível económico as coisas não estão fáceis cá em casa, mas também nunca foram.  E o importante nunca nos faltou, o amor, o carinho sempre estiveram presentes. Eu só queria que eles me ajudassem a dar este passo na minha vida, eu posso trabalhar enquanto estudo... Mas não me tirem a esperança de tirar o meu curso, de subir na vida da forma mais digna possível... Eu sei que vai ser difícil, mas eu vou conseguir...   


sinto-me: com força para lutar

publicado por sp às 17:19
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